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01/05/2007
Treze anos sem Ayrton Senna
Há 13 anos o mundo perdia um grande ídolo brasileiro e um exemplo de esportista
"As coisas acontecem muito rápido na pista. Mal dá tempo, por exemplo, para o piloto ler as informações da placa que a equipe mostra nos boxes. Numa batida, não dá para sentir nada. Só depois que o carro pára é que sinto um frio na barriga".
Há treze anos, o Brasil perdia um dos seus maiores ídolos: Ayrton Senna da Silva. O tricampeão mundial de Fórmula 1 morreu num domingo, 1º de maio de 1994, em um acidente na curva Tamburello, no circuito de Ímola, durante o GP de San Marino. As televisões de todo o mundo puderam presenciar e acompanhar com muita angústia a transmissão ao vivo de um dos piores acidentes do automobilismo mundial.
O acidente que causou a morte de Senna aconteceu quando sua Williams se chocou violentamente contra o muro de proteção e o piloto sofreu múltiplas lesões cerebrais. Minutos depois do acidente, o brasileiro foi atendido na pista e levado para um hospital em Bolonha, onde foi constatada sua morte cerebral.
Durante as investigações sobre o acidente verificou-se que uma das barras da suspensão dianteira direita atravessou o capacete de Senna e provocou as lesões. O inquérito concluiu ainda batida foi causada por um remendo mal feito na barra de direção. No entanto, os dirigentes da Williams foram considerados inocentes no processo.
Durante toda sua carreira na Fórmula 1, Senna disputou 161 GPs, conquistou 41 vitórias, sendo 19 delas de ponta a ponta. Ayrton obteve ainda 65 pole positions, 19 voltas mais rápidas, 614 pontos e 80 pódios.
Os três títulos de Ayrton Senna na F-1 foram obtidos em 1988, 1990 e 1991, quando ele corria na McLaren.
F1 na veia
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